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TítuloA Integração de Portugal na NATO
SubtítuloA Adaptação Possível
AutorOliveira, Pedro Andrade Tavares de Magalhães , 1977
Classificação e Indexação (CDU: 90) -
OrientadorMotta, Carlos César da Silva
InstituiçãoUniversidade Lusíada
GéneroTese de Licenciatura
LínguaPortuguês
Data_ / 1 / 2002
ResumoDividido em dois blocos, o mundo do pós-Segunda Guerra Mundial vivera num clima de tensão gerada pelo bipolarismo de raízes ideológicas antagónicas, capitalismo-comunismo. O "equilíbrio pelo terror" e a entrada na "Guerra-fria" levaram os Estados Unidos a procurarem expandir a sua influência ao Ocidente Europeu através de uma aliança militar de "países ribeirinhos". Portugal, como país de profunda tradição atlântica, não poderia deixar de se enquadrar na mira das negociações norte-americanas. Ao arrepio de preconceitos que, por vezes, tendem a afastar o pesquisador e o leitor menos atento da verdade histórica, defende-se a tese da integração de Portugal na NATO numa adaptação possível com a presciência ou antevisão por parte do Governo e do Presidente do Conselho de Ministros, António de Oliveira Salazar, em particular, não obstante algum receio inicial de uma aproximação de uma nação vincadamente democrática a um regime então autoritário. Pretende-se, também, mostrar a inércia que separava os políticos dos militares em termos de conceitos estratégicos defensivos traçados entre 1944 e 1948. Ora, é intenção provar que, quando da assinatura em Washington do então Ministro dos Negócios Estrangeiros, Caeiro da Matta, o País estava já preparado para entrar na coligação, preparação essa que se construiu ao longo do período a montante da formação da NATO. Por outro lado, é também objectivo avivar a consideração de que o preconceito ou receio lusos relativos à aproximação norte-americana surgiram só, e durante pouco tempo, quando da comunicação britânica de 6 de Outubro de 1948 a Portugal sobre as conversações preliminares decorrentes em Washington, pelo que já era conhecida, 4 anos antes, essa intenção de aproximação. É, igualmente, de primeira importância a demonstração de que os Açores foram o verdadeiro motor de arranque das negociações com Portugal, na medida em que o objectivo primordial dos EUA com o Pacto do Atlântico se pautou na obtenção de bases intermédias e avançadas para assegurar a sua própria defesa, mais numa política geoestratégica defensiva do que numa movimentação desencadeada por divergências ideológicas, se bem que na esteira da "Doutrina Truman". Por isso, se debruçou este trabalho com especial inclinação sobre a questão dos Açores.
NotasSun Mar 05 07:02:00 WET 2006 - System: New Object Created -
Cópia Local CompletaFicheiros:
Monografia.pdf (4784 KB) -
Descrição: Documento completo - 154 páginas

Metadados
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Identificador DiTeD30677
Data de Registo
Validado pela AdministraçãoNão
Data da Última Modificação
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