<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<collection xmlns="http://www.bn.pt/standards/metadata/marcxml/1.0/"
    xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.bn.pt/standards/metadata/marcxml/1.0/ http://xml.bn.pt/schemas/Unimarc-1.0.xsd">
    <record>
        <leader>00000na   2200000  0450 </leader>
        <controlfield tag="005">20080408115936.0</controlfield>
        <datafield ind1=" " ind2=" " tag="100">
            <subfield code="a">20080408d2006 m y0pory0103 ba</subfield>
        </datafield>
        <datafield ind1="0" ind2=" " tag="101">
            <subfield code="a">por</subfield>
        </datafield>
        <datafield ind1=" " ind2=" " tag="102">
            <subfield code="a">PT</subfield>
        </datafield>
        <datafield ind1="1" ind2=" " tag="200">
            <subfield code="a">&lt;A&gt; relação entre perdas e valor no
                contexto de um sector emergente</subfield>
            <subfield code="e">o caso das empresas americanas</subfield>
        </datafield>
        <datafield ind1=" " ind2=" " tag="330">
            <subfield code="a">O objectivo central da presente
                investigação consistiu em analisar a aparente anomalia
                verificada entre o registo de prejuízos e o elevado
                valor de mercado das acções registado pelas empresas
                americanas da nova economia, com destaque para as net
                firms. A relevância do presente estudo deriva do impacto
                da emergência do sector da Internet.  O período
                analisado compreende os anos de 1996 a 2003. A seleccão
                das net firms baseou-se na lista de empresas cotadas no
                ISDEX – Internet Stock List e nos relatórios da Morgan
                &amp; Stanley.  Seleccionamos ainda uma amostra de
                controlo com base no número de IPO ocorridos no NASDAQ,
                cujo critério foi identificar outras empresas com datas
                de IPO próximas das net firms.  Tendo como quadro
                teórico os modelos de avaliação de Ohlson (1995) e
                Feltham e Ohlson (1995), assume-se que os prejuízos
                registados por estas empresas são consequência dos
                elevados investimentos em activos intangíveis, tais
                como: I&amp;D e Publicidade, que de acordo com os  GAAP
                – Generally Accepted Accounting Principles são
                integralmente contabilizados como custos. Porém, o
                mercado associa o investimento nestas rubricas à
                probabilidade de existência em carteira de maiores
                oportunidades de crescimento, pelo que são grandes as
                expectativas de  rendibilidades supranormais.  O modelo
                de Ohlson é reespecificado em função dos resultados
                líquidos e dos capitais próprios e incorpora a
                metodologia de Fama e MacBeth (1973), no sentido de
                analisar como os principais determinantes do valor
                (value drivers) influenciam o valor de mercado dos
                capitais próprios ao longo do tempo (efeito ciclo de
                vida). Os resultados obtidos evidenciam que os
                investidores: i)  não baseiam a sua avaliação apenas na
                variável resultados; ii) valorizam positivamente, como
                activos, os items I&amp;D e Publicidade, que
                contabilisticamente são tratados como custo; iii) a
                variável capitais próprios é particularmente relevante
                para efeitos de avaliação registando a empresa
                prejuízos, pois o mercado vê nesta variável uma proxy
                para os resultados futuros normais e iv) o acréscimo do
                investimento nas rubricas I&amp;D e Publicidade surge
                associado a uma alteração do perfil de empresas a operar
                no mercado na década de 90: empresas de pequena
                dimensão, maioritariamente de base tecnológica a
                registarem prejuízos, de maior magnitude e por períodos
                mais longos.  A evidência empírica, corroborada por uma
                análise em dados de painel, permite apontar como
                principais contributos da presente investigação: i) o
                reporte de prejuízos pode não estar associado à
                destruição de valor; ii) em oposição à teoria da opção
                de abandono, o conteúdo informativo dos  prejuízos não é
                irrelevante para efeitos de avaliação, quando os mesmos
                surgem associados ao exercício de oportunidades de
                crescimento; iii) as empresas a registar prejuízos não
                podem ser tratadas de forma homogénea, pois tal é
                susceptível de conduzir a conclusões empíricas erróneas
                e iv) em situação de stress financeiro as empresas, em
                particular de base tecnológica, tendem a  optar por um
                processo de F&amp;A como forma de reestruturação,
                reduzindo a incidência de processos de falência.
                Palavras-chave: avaliação de empresas, relação
                preço-resultados, subavaliação, oportunidades de crescimento.</subfield>
        </datafield>
        <datafield ind1=" " ind2=" " tag="328">
            <subfield code="a">Tese de Doutoramento</subfield>
        </datafield>
        <datafield ind1=" " ind2=" " tag="675">
            <subfield code="a">33</subfield>
        </datafield>
        <datafield ind1=" " ind2="1" tag="700">
            <subfield code="a">Gama</subfield>
            <subfield code="b">Ana Paula Bernardino Matias</subfield>
        </datafield>
        <datafield ind1=" " ind2="1" tag="702">
            <subfield code="a">Esperança</subfield>
            <subfield code="b">José Paulo</subfield>
            <subfield code="4">727</subfield>
        </datafield>
        <datafield ind1=" " ind2=" " tag="712">
            <subfield code="a">Instituto Superior de Ciências do
                Trabalho e da Empresa</subfield>
            <subfield code="b">Escola de Gestão</subfield>
            <subfield code="4">295</subfield>
        </datafield>
        <datafield ind1=" " ind2="0" tag="801">
            <subfield code="a">PT</subfield>
            <subfield code="b">BN</subfield>
        </datafield>
    </record>
</collection>
